segunda-feira, 12 de abril de 2021

Vale Solidariedade ajuda comunidades pobres de Curitiba e São José do Pinhais


Jornal Plural, Youngers e Zelig se unem para entregar Vale Solidariedade em sete vilas de Curitiba e São José dos Pinhais

A pandemia de Covid faz vítimas com o contágio pelo vírus, mas também afeta a situação econômica das pessoas – especialmente de quem já estava em situação mais vulnerável, em regiões empobrecidas das cidades. Depois de um ano de crise sanitária, a situação se tornou muito difícil para famílias das vilas mais carentes, que sofrem com a falta de emprego e de renda mínima para sobreviver.

Para ajudar a combater a fome e a provação que essas pessoas enfrentam, o jornal Plural, a consultoria Youngers e a Zelig Digital lançam uma campanha de arrecadação que pretende mobilizar os curitibanos. O Vale Solidariedade inicialmente será usado para beneficiar pessoas em sete comunidades de Curitiba e São José dos Pinhais duramente afetadas pela crise econômica.

O sistema é simples. Doações em dinheiro serão transformadas em vales para famílias selecionadas em sete vilas. Quem faz a seleção dessas pessoas são ex-alunos e colaboradores da Youngers, uma consultoria especializada em trabalho social e que conhece profundamente as periferias de Curitiba.

Os beneficiários recebem um vale e fazem as compras em mercados credenciados de cada região: são comércios pequenos, já que a intenção é movimentar a economia local e facilitar a vida das famílias, que não precisam se deslocar até hipermercados mais distantes. Lá, a pessoa pode comprar o que considerar mais importante: comida, produtos de higiene, de limpeza etc.

O valor da compra é registrado no caixa, mas a pessoa não paga. Quem recebe a conta é a Youngers, que acerta com o mercado e acompanha o valor: a pessoa pode gastar o valor em uma única vez ou deixar um pouco para os dias seguintes. Inicialmente, cada família receberá R$ 100 por vale.

 As sete comunidades selecionadas para iniciar o projeto são: Vila Torres, Uberaba,  Tatuquara,  Sítio cercado, Vila Iná - SJP, Osternack e Ganchinho. A cada R$ 1,5 mil doados, uma comunidade é beneficiada com dez vales. Do valor, 30% são destinados à gestão do programa, com pagamento das pessoas que fazem o contato em cada vila e dos funcionários da Youngers envolvidos no projeto.

As doações podem ser feitas no site da campanha. A preferência é pelas transferências via pix, que não têm taxas – permitindo o uso integral do valor. Qualquer valor é aceito. O programa também tem uma prestação de contas transparente, com relatórios periódicos de como o dinheiro foi usado.

Mais informações em https://ynaweb.com.br/vale-solidariedade 

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Concurso Literário Lendas Urbanas

Criado para incentivar novas autoras e autores, o Projeto Apparere está com inscrições abertas, até 12 de abril, para o concurso literário Lendas Urbanas. Valem textos com situações e personagens que habitam a imaginação e criam um mundo sobrenatural de fantasias, mistério, suspense e terror.

Os textos poderão ser de qualquer gênero (Poesia, Cordel, Trova, Haikai, Conto, Crônica). Detalhes no link https://bit.ly/394ImFC 

Nessa Coletânea os Artistas Plásticos e Designers de capa, também podem participar, enviando sugestões de capa para o link https://bit.ly/3raGAsE 


quarta-feira, 7 de abril de 2021

Colabore com o Panelão Solidário

 

O Coletivo Panelão Solidário continua com suas ações periódicas para levar comida e roupas para a população em situação de rua em Curitiba. O grupo atua há mais de cinco anos, e com a pandemia chega a reunir cinquenta voluntários para realizar todas as etapas necessárias para a ação social. 

Para colaborar com a ação visite https://www.instagram.com/panelaosolidarioctba/ 




Fotos de Tiago Chiminazzo



Websérie mostra a riqueza dos manguezais

Com informações do Menor Jornal do Mundo

Em menos de 15 minutos é possível conhecer um pouco da importância e da riqueza dos manguezais da Grande Reserva de Mata Atlântica, no litoral sul de São Paulo, Paraná, e norte de Santa Catarina.

A websérie Saúde dos Manguezais mostra em 4 curtos episódios a importância desse ecossistema no sequestro de carbono, o Caranguejo-Uçá como um bioindicador, a diversidade da vegetação do manguezal e as ações da chamada “Década dos Oceanos”.

O projeto liderado pela Associação Mar Brasil envolve 25 pessoas entre profissionais da biologia, engenharia agronômica e oceanografia, estudantes e pessoas das comunidades onde foram gravados os episódios. A direção é do videomaker Gabriel Marchi.

Gratuito - disponível em  https://www.youtube.com/user/marbrasilorg/videos 

terça-feira, 6 de abril de 2021

Passaúna Paddle Club reabre com atividades individuais


Com o novo decreto da Prefeitura de Curitiba que liberou atividades individuais nos parques, o Passaúna Paddle Club retoma de forma gradativa e controlada suas atividades. A partir desta semana, o público volta a aproveitar aulas e passeios individuais de stand up paddle (SUP), caiaque e bicicleta, entre outras modalidades.

Para realizar estas atividades, são adotados todos os protocolos preventivos adotados. O espaço trabalha com reservas antecipadas e na entrada é medida a temperatura de cada praticante. Também é disponibilizado álcool em gel e toda a prática deve ser realizada com máscaras. Os equipamentos, por sua vez, são higienizados a cada utilização: desde as canoas até remos e coletes salva-vidas.

Preços

O aluguel de Stand Up Paddle sai a R$ 40 de segunda à sexta e R$ 50 no sábado. A locação de caiaques, por sua vez, custa R$ 40 (segunda à sexta) e R$ 50 (sábado). Há ainda opções de aulas individuais de SUP e caiaque do tipo surf ski, a partir de R$ 169 por mês (uma aula por semana) ou R$ 250 o mês (duas aulas semanais). Informações por telefone e WhatsApp: (41) 99134-3044.

Quem prefere pedalar tem a opções de bicicletas para locação, ao preço de R$ 15 (uma hora, durante a semana) ou R$ 20 (uma hora, aos sábados).

SERVIÇO:
Passaúna Paddle Club
Funcionamento: de segunda-feira a sábado, das 8h30 às 18h30
Endereço: Rua Ângelo Marqueto, 2538 - Parque do Passaúna – Mirante

WhatsApp: (41) 99134-3044 ou whats.link/passaunapaddleclub
Instagram: @passaunapaddleclub

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Relatório aponta aumento de violência contra jornalistas


A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão – ABERT divulgou semana passada o Relatório Sobre Violações à Liberdade de Expressão 2020. O documento registrou um caso de assassinato de jornalista pelo exercício da profissão e 150 casos de violência não letal, que envolveram pelo menos 189 profissionais e veículos de comunicação. 

Em relação a 2019, houve um aumento de 167,85% no número de casos não letais e de 142,3% no número de vítimas. O número de ataques virtuais também cresceu. Ano passado foram 42 milhões de posts depreciativos sobre mídia.

O relatório traz com detalhes todos os casos de agressões, intimidações, ofensas, ataques/vandalismo, sequestro, ameaças, atentados, assassinato, censura, detenções, roubos e furtos e decisões judiciais

O Brasil continua no rol de nações perigosas para o exercício do jornalismo. De acordo com a ONG Repórteres sem Fronteiras (RSF), entre 180 países avaliados, o Brasil aparece na posição 107 no ranking de liberdade de imprensa, a pior colocação desde o início da contagem, em 2002.

Para ter acesso ao relatório completo acesse o link https://www.abert.org.br/pdf/ABERTRELATORIOANUAL2020.pdf 


quinta-feira, 1 de abril de 2021

Feira do Livro da Unesp oferta títulos com 50% de desconto a leitores de todo o Brasil


Ótima notícia para os amantes de livros de todo o Brasil. De 5 a 11 de abril, a III Feira do Livro da Unesp trará mais de 200 editoras e selos editoriais oferecendo milhares de títulos com, no mínimo, 50% de desconto. Devido à pandemia de Covid-19, esta edição será totalmente digital, com dois dias extras e a oportunidade de adquirir livros com preços bastante atrativos a leitores de todo o País. Empresas como Companhia das Letras, Record, Autêntica, Summus e Saravia, além dezenas de editoras infantis, juvenis, de HQs, acadêmicas e de outros gêneros, já confirmaram sua presença. 

LIVROS COM DESCONTO - https://drive.google.com/file/d/1AsUENiIfjHEEM3xDjOQWCQwoL8B3tR-9/view 

O evento ocorre ininterruptamente do dia 5 de abril de 2021, segunda-feira, a partir das 9h, até o dia 11 de abril de 2021, domingo, às 23h59. A III Feira do Livro da Unesp é realizada por meio do site www.feiradolivrodaunesp.com.br, que concentra a lista de selos participantes, cujo compromisso para presença neste evento foi o oferecimento de, no mínimo, 50% de desconto sobre o preço de capa. As vendas serão realizadas nos sites de cada uma das editoras integrantes. 


SERVIÇO – III Feira do Livro da Unesp – Virtual

Quando: De 5 de abril, às 9h, até 11 de abril, às 23h59
Onde: www.feiradolivrodaunesp.com.br
Desconto: Mínimo de 50% sobre o valor de capa

quarta-feira, 31 de março de 2021

Abaixo a Ditadura, leia "1968 Ditadura Abaixo"


O quadrinihsta, ilustrador e artista plástico Guilherme Caldas abriu acesso gratuito para download do livro 
"1968 Ditadura Abaixo", publicação que produziu com a jornalista Teresa Urban, falecida em 2013.  A obra conta um pouco da própria experiência dela no movimento estudantil e também da história do Brasil.

Escreveu Caldas em seu perfil no Instagram

"Nestas efemérides lamentáveis, eu gosto de fazer a propaganda do livro que tive a honra de ajudar a produzir com a Teresa Urban, "1968 Ditadura Abaixo". Um livro voltado para o público jovem que, desde o seu lançamento em 2008, eu sempre achei necessário e muito menos lido do que merecia.

Com a permissão dos herdeiros da Teresa, detentores dos direitos da obra, vou disponibilizar o livro na minha loja para baixar de graça"

Para baixar acesse a URL: http://ow.ly/fYck50EdotD


terça-feira, 30 de março de 2021

Um ano de Quarentena Sessions



Já são mais 300 horas de house music e deep house, sempre em lives com sets inéditos

Desde 2002, Fernando Ribeiro não tinha uma agenda tão movimentada. Nessa época, ao lado do DJ Adriano Costa, Fernando colocava o underground curitibano para dançar com o projeto Alternate DJs. Quase 20 anos depois, Fernando retomou a frequência nas pick ups  logo no início da pandemia com o projeto Quarentena Sessions.

Fernando conta que começou a fazer as lives para amenizar um pouco as mazelas do que define como tempos sombrios. “Não há motivo para comemoração em uma pandemia. Mas me manter ativo e conseguir reunir pessoas em torno da música ajuda a elevar o humor de todos”, resume.

Em 19 de março, do ano passado, Fernando fez a sua primeira aparição em seu canal no Youtube e não parou mais. A nova agenda atraiu antigos e novos admiradores e convites para tocar em lives e festivais. Ano passado, foi convidado para tocar as sextas-feiras no Soulful House Music Channel, no Twitch, um coletivo de DJs com base em Nova York e New Jersey.

Gloria

Além da música eletrônica, outra atração da Quarentena Sessions é a presença de Gloria, filha do anfitrião. Com 10 anos de idade, ela atua como VJ e hostess nos finais de semana que passa no apartamento do pai.

“Foi um modo que encontrei dela participar nessa situação de lockdown. Um jeito de envolvê-la e mostrar pra ela que dá para ajudar e encarar a pandemia de uma maneira mais divertida.  Agora ela está praticando inglês para interagir com o público estrangeiro que é a grande maioria no meu canal na Twitch”, conta Fernando.

E a plataforma Twitch foi mais uma boa surpresa para Fernando. Em pouco tempo, o DJ conseguiu mais de mil seguidores e já tem apoiadores que contribuem financeiramente.

Essa reconexão com a cena internacional de house music trouxe seguidores de São Paulo, Belo Horizonte, EUA, Alemanha, Canadá, Inglaterra, França e Japão. 

Trajetória 

Entre 1998 e 2012 Fernando Ribeiro atuou como DJ na cena underground curitibana. Em parceria com o DJ Adriano Costa, fundou o projeto Alternate DJs em 2002 que foi um grande laboratório da cena eletrônica emergente da cidade. Entre os anos de 2007 e 2008 produziu o programa de rádio 91 Blackbeats na rádio 91 Rock. Já discotecou em diversos clubs do sul do país, foi residente do lounge Santilllana Bar e da festa Discofreaks em Foz do Iguaçu. Já tocou com diversos DJs internacionais como Fred Everything (Canadá), Johnny Fiasco (EUA), DJ Spen (EUA) e Joey Negro (UK).

Atualmente Fernando Ribeiro colabora com o label de house music brasileiro Grooveland Music.Os sets de Fernando Ribeiro sempre percorreram pelo downtempo, deep house e house music, com grande presença de elementos orgânicos.

Serviço:
QS Radio - Todas as quartas, 15h no www.twitch.tv/fern_ribs
Sesta de Sexta - Todas as sextas, 15h no www.twitch.tv/soulfulhousemusiccollage  (canal de Nova Jersey/Nova York)
QS - Todos os sábado, 21h no www.twitch.tv/fern_ribs 

Sempre 2 horas de set


segunda-feira, 29 de março de 2021

Páscoa literária com escritores maringaenses premiados

Alexandre Gaioto - Divulgação

Informações do jornalista Márcio Renato dos Santos

Oscar Nakasato e Alexandre Gaioto são os convidados da décima primeira edição de "Às vezes, aos domingos", projeto on-line mensal que tem a finalidade de divulgar autores paranaenses. O encontro entre os dois escritores de Maringá acontece em 4 de abril, domingo de Páscoa, a partir das 17 horas no Instagram @alexandregaioto – o evento vai ser a primeira live dos dois, neste projeto em que um escritor entrevista o outro.

Alexandre Gaioto foi o primeiro jornalista a entrevistar Oscar Nakasato em 18 de outubro de 2012, data em que o escritor venceu o Prêmio Jabuti, o mais importante do país, na categoria romance, com Nihonjin – desbancando medalhões como Ana Maria Machado e Wilson Bueno.

Oscar Nakasato

Astuto e humorado

Alexandre Gaioto, 33 anos, entrou no (extinto) jornal O Diário, em Maringá, aos 22 anos. Lá, entrevistou centenas de artistas, entre os quais Erasmo Carlos, João Gilberto Noll, Toquinho, Affonso Romano de Sant’Anna, Tom Zé, Cristovão Tezza, Frejat, Hamilton de Holanda, João Carlos Martins, Sá & Guarabyra.

Também bateu papo com alguns de seus ídolos em suas residências – em tais situações dialogou com Rubem Fonseca, Ferreira Gullar, Luis Fernando Veríssimo, Raduan Nassar, Elomar Figueira Mello e Carlos Sussekind, entre outros. "Dalton Trevisan, com quem estive umas cinco ou seis vezes, foi tema de perfis que escrevi para a Folha de Londrina, Jornal do Brasil e Correio Braziliense, mas nunca fui convidado a entrar na casa dele", conta.

Gaioto transformou esses encontros em narrativas que mesclam jornalismo com literatura, conteúdo publicado em diversos jornais e revistas brasileiros. "São textos que ficaram bem conhecidos e volta e meia são citados no universo acadêmico, em trabalhos de mestrado e doutorado, inclusive fora do país", diz.

Oscar Nakasato, que conhece Gaioto há uma década, foi leitor dos textos que o jornalista publicava na imprensa, principalmente no jornal maringaense O Diário. "É persistente, ousado. Entrevistou escritores que vivem reclusos. É um escritor astuto, leve, que trabalha o humor na medida certa. Não sei se se daria bem como jornalista de notícias, porque o que o move não é o fato em si, mas suas nuances e a impressão que esse fato causa ao homem Gaioto. Por isso ele é um ótimo cronista", afirma Nakasato.

Um maestro do romance

Oscar Nakasato diz estar escrevendo o seu terceiro romance, que se chamará Ojiichan (avô em japonês). "Retorno ao universo nipo-brasileiro, com ênfase nos problemas da terceira idade. Não será um novo Nihonjin, pois o enfoque na cultura nikkei será menos incisiva", afirma o prosador, também autor do romance Dois (2017). 

Recentemente, Nakasato releu as narrativas de Dublinenses, de James Joyce. "É incrível como a releitura de uma boa obra a torna ainda mais interessante", observa.

Nakasato escreveu contos antes de estrear como romancista. "Porque não tinha fôlego para um romance, que requer uma dedicação muito grande", explica. Ano passado publicou o conto “O autor de Lavoura Arcaica”, que saiu em e-book junto com outros autores da agência Villas-Boas & Moss. E este ano a sua crônica narrativa “Gochisō sama e Ferreira Gullar” será publicada na coletânea Vozes Nikkeis. 

"Gostei muito de escrever essas narrativas breves, as quais, enquanto tempo de escrita, custam muito menos que um romance", analisa. 

Escrever um romance, para Nakasato, é uma batalha. "Já mudei o rumo do romance que estou escrevendo agora e joguei fora páginas e páginas. Mas o romance me atrai exatamente por essa construção, o desenvolvimento da trama, o peso de algumas descrições, as nuances dos personagens", admite.

Lirismo noturno em Ortigueira

Gaioto diz que escreveu os 50 poemas de Não há Dezembro Neste Breu, segundo lugar no Prêmio Biblioteca Digital 2020, da Biblioteca Pública do Paraná, entre junho e agosto, diariamente, após o trabalho, em uma quitinete em Ortigueira, onde assumiu, poucos dias antes do início da pandemia, um cargo de comunicador social na prefeitura.

"Escrevia das 17h30 à 1h e, por telefone, pouco falava com meus pais e minha namorada: um egoísmo necessário para criação", comenta.

Ele pretendia escrever e editar todo conteúdo até o final do ano passado. Mas, quando soube do Prêmio Biblioteca Digital, em um domingo – último dia para se inscrever, 13 de setembro –, decidiu dar os tapas possíveis nos textos e acertar a sequência dos poemas. 

Quando o livro foi premiado e disponibilizado virtualmente, algumas pessoas elogiaram os poemas. Gaioto esboçou sorrisos, brindou, mas lamentou que pessoas leram rápido demais, já cobrando um segundo livro dele. 

"Levei um baita tempo para escrever os poemas, às vezes me dedicava durante três dias a um verso de um poema que, atualmente, é lido em 60 segundos. Me parece que escrever é uma luta em que sempre se perde", desabafa, anunciando estar adiantado nos textos de Sonâmbulos terão inveja dos martírios obscuros, título provisório do segundo livro de poesia. 

Oscar Nakasato está relendo os poemas de Não há Dezembro Neste Breu para o bate-papo pascoal, em que eles vão dialogar sobre arte, cultura e jornalismo. Se Nakasato perguntar, durante o bate-papo, Gaioto pode vir a falar sobre o e-book Neguinha Minha, "uma molecagem em forma de exercício literário, uma porção de continhos explicitamente daltonianos, que hoje renego". 

O projeto
Paulo Venturelli, Andréia Carvalho Gavita, Carlos Machado, Jô Bibas, Jonatan Silva, João Lucas Dusi, Marianna Camargo, Alvaro Posselt, Jaqueline Conte, Roberto Nicolato, Francine Cruz e Otto Leopoldo Winck são alguns dos autores que participaram de "Às vezes, aos domingos", projeto idealizado e com curadoria de Guido Viaro e Marcio Renato dos Santos.

Soma de Ideias, Tulipas Negras e Coalhada Artesanal Preciosa são as empresas apoiadoras da proposta que tem a finalidade de promover autores paranaenses.

Mais informações no Instagram @somadeideias e em tulipasnegraseditora.blogspot.com